terça-feira, 7 de setembro de 2010

Governador SP > Alckmim ganha Quatro pontos sobre Mercadante

O candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, atingiu 51% das intenções de voto segundo pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada hoje pela TV Globo. O tucano ganhou quatro pontos em relação à última pesquisa, realizada na semana passada, quando ele tinha 47%.






Aloizio Mercadante (PT) está 31 pontos percentuais atrás de Alckmin, com 20% dos votos. O petista oscilou negativamente 3 pontos desde a última pesquisa, quando tinha 23%. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.






Celso Russomanno (PP) oscilou negativamente de 8% para 7%.






O candidato Paulo Skaf (PSB) continua com 2%. Fabio Feldmann (PV) se mantém com 1% e Paulo Bufalo (PSOL) não pontuou.






Brancos e nulos somam 8% e os eleitores indecisos 10%.






Foram feitas 1.204 entrevistas entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP) com o número 80374/2010.



Senado SP > Cancêr na Prostata tira Orestes Quercia das Eleiçoes

candidato do PMDB a uma das duas vagas ao Senado Federal por São Paulo, Orestes Quércia, desistiu da candidatura. O partido vai apoiar o nome do tucano Aloysio Nunes Ferreira, que também herdará o tempo do horário eleitoral gratuito destinado até agora a Quércia.



Orestes Quércia está internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde terça-feira passada, para tratamento da "recidiva de um tumor de próstata" que ele teve há dez anos. Quércia já foi submetido a uma sessão de quimioterapia e deverá passar por mais quatro sessões.



Em conversa com os jornalistas, a filha de Quércia, Andréia Quércia, disse que a decisão de desistir da candidatura foi tomada ontem, em uma reunião com toda a família. “Pela primeira vez, ele colocou o lado pessoal na frente do Orestes Quércia do PMDB”, afirmou. Andréia disse que a família ajudou o ex-governador a tomar a decisão, dado que Quércia relutou muito para desistir. “Não houve orientação médica para que ele deixasse a campanha”, afirmou. Segundo Andréia, o pai “sempre que faz alguma coisa, é 100%, mas como ele não estava 100%, decidiu sair”.



47 anos de vida pública



Quércia desiste de uma eleição depois de 47 anos de vida pública. Foi vereador, prefeito, deputado estadual, senador, vice-governador e governador de São Paulo. Desde 1990, no entanto, acumula seguidas derrotas eleitorais. Foi eleito pela primeira vez em 1963, como vereador em Campinas pelo Partido Libertador (PL). Ajudou a fundar o MDB, após o golpe de Estado de 1964. No PMDB, fez dobradinha com Ulysses Guimarães e elegeu-se deputado estadual. Em 1968, chegou à Prefeitura de Campinas.



Em 1974, Quércia foi eleito senador, desbancando Carvalho Pinto, da Arena, então favorito ao cargo e apoiado pela ditadura. Em 1982, chegou ao Palácio dos Bandeirantes como vice-governador de Franco Montoro. Criou a Frente Municipalista Nacional pelas Diretas e Constituinte. Em 1986, foi eleito para o governo de São Paulo, no auge de sua carreira política. Quatro anos depois, fez o sucessor, Luiz Antonio Fleury. Foi candidato à Presidência da República e ficou em quarto lugar.



De lá para cá, passou a ter mais influência nos bastidores, com controle de parte do PMDB paulista e das empresas das quais tinha participação, como emissoras de rádio e jornais. Tentou voltar ao Palácio dos Bandeirantes em 2006, mas amargou a terceira colocação, com menos de 10% dos votos. Em 2008, apoiou a candidatura de Gilberto Kassab (DEM) à Prefeitura de São Paulo, que conseguiu a reeleição.



Neste ano, desafiou o comando nacional do partido e seu adversário na disputa interna, Michel Temer (PMDB), e deu apoio e palanque a Geraldo Alckmin e José Serra, ambos do PSDB, para disputar o Senado. A volta de uma doença que parecia ter sido curada há dez anos, no entanto, o tirou da disputa.


Fonte : Ig

Governo SP > Veja as Intenções de Voto para Governador

Após início do horário eleitoral Mercadante sobe quatro pontos




A primeira pesquisa Datafolha realizada após o início do horário eleitoral gratuito no rádio e na TV mostra que o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, segue na liderança pela disputa na eleição de outubro com 54% das intenções de voto, mostra pesquisa realizada pelo Datafolha entre os dias 23 e 24 de agosto. A taxa de indecisos é de 8% e a dos que pretendem votar em branco ou anular o voto é de 6%.



Foram ouvidos 2088 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, em 59 municípios do Estado de São Paulo, a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.



O candidato Geraldo Alckmin (PSDB) manteve os 54% das intenções de voto da pesquisa anterior, realizada entre os dias 09 e 12 de agosto. O petista, Aloizio Mercadante (PT), que tinha 16% das intenções obtidas na pesquisa passada, subiu quatro pontos percentuais, alcançando 20% das intenções. Celso Russomanno (PP) que tinha 11% na pesquisa passada, oscilou três pontos para baixo e aparece com 7%. Skaf (PSB) aparece com 3%. Os candidatos Fábio Feldmann (PV), Paulo Búfalo (PSOL) e Mancha (PSTU), aparecem com 1% das intenções, cada. Anaí Caproni (PCO) e Igor Grabois (PCB) foram citados, mas não atingiram 1%, cada.



Na pesquisa passada, no interior, a diferença entre os dois primeiros colocados chegava a 43 pontos, nessa rodada a diferença caiu para 35 pontos. Alckmin lidera com 55% contra 20% de Mercadante (que tinha 15% no levantamento anterior, nesse segmento), Celso Russomanno obtém 7%, oscilando negativamente dois pontos. Na capital e região metropolitana o desempenho do peessedebista é de 52%, oscilando positivamente um ponto em relação à pesquisa passada, o candidato petista obtém 21% das menções, um aumento de quatro pontos, em relação a pesquisa passada. Celso Russomanno (PP) cai quatro pontos e atinge 8%.



Quanto ao desempenho dos principais candidatos por segmento do eleitorado, observa-se que o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) se destaca entre os eleitores jovens, obtém 61% das menções, o candidato perdeu quatro pontos nesse segmento em relação à pesquisa passada. Entre os menos escolarizados Alckmin volta a oscilar positivamente de 49% para 52% nesse estrato. Entre os eleitores com renda familiar mensal de cinco a dez salários mínimos Alckmin perdeu seis pontos percentuais, passando de 57% para 51%. Entre os eleitores com 60 anos, Alckmin, subiu sete pontos, passando de 49% para 56% das menções.



O candidato petista se destaca entre o eleitorado de 35 a 44 anos com 23% das intenções, ganhou sete pontos em relação à pesquisa passada, o candidato ganhou quatro pontos entre os mais jovens (de 8% para 12%), entre os eleitores de 25 a 34 anos (de 15% para 18%) e entre os eleitores de 45 a 59 anos (de 20% para 24%).



Entre os eleitores com ensino fundamental e médio, o candidato tinha 16% e 15%, respectivamente, e agora tem 21% e 19%, respectivamente. Entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, Mercadante ganhou quatro pontos, passou de 12% para 16% das intenções, entre os eleitores com renda de mais de dois até cinco salários mínimos o candidato ganhou cinco pontos e passou de 18% para 23% e no segmento com renda familiar de mais de dez salários mínimos passou de 14% para 19% das intenções no segmento.



Entre os que votam em José Serra (PSDB) para presidente, 80% votam no candidato do PSDB, 6% votam em Celso Russomanno (PP) e apenas 5% votam em Mercadante. Entre os eleitores de Dilma Rousseff (PT), 39% votam em Mercadante, essa taxa era de 31% no levantamento passado, e outros 39% votam em Geraldo Alckmin.



A intenção de voto espontânea em Geraldo Alckmin voltou a crescer, passando de 16% para 25%. Aloizio Mercadante subiu na intenção espontânea, de 6% para 11%. A taxa dos eleitores que não sabem dizer espontaneamente em quem vão votar em outubro continua caindo, passou de 65% para 48%.



Considerando um eventual segundo turno entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Aloizio Mercadante (PT), o candidato do PSDB teria 62% dos votos contra 29% de Mercadante, taxas que na pesquisa passada eram de 65% e 25%, respectivamente. Votariam em branco ou anulariam o voto 6% e 3% não souberam responder. Na capital e região metropolitana, Geraldo Alckmin teria 62% contra 29% de Mercadante. Já no interior do estado Alckmin teria 64% contra 27% do petista.



O candidato Mancha (PSTU) é o mais rejeitado com 27% das menções. Em seguida, aparecem: Aloizio Mercadante (PT) com 23%, Paulo Búfalo (PSOL) com 21%, Celso Russomanno (PP) e Skaf (PSB) com 18%, cada, Geraldo Alckmin (PSDB) e Igor Grabois (PCB) com 17%, cada, Anaí Caproni (PCO) e Fábio Feldmann (PV) aparecem com 15%, cada. Afirmam que não rejeitam nenhum 8% dos eleitores, 4% dizem rejeitar todos e 13% não souberam responder. Todas as alterações, em relação à pesquisa passada, foram dentro da margem de erro.



O candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, é rejeitado por 23% daqueles com renda de cinco a dez salários-mínimos. Mercadante é rejeitado por 29% dos eleitores com nível superior de escolaridade, e por 32% dos eleitores com renda familiar acima de dez salários-mínimos, na pesquisa passada era rejeitado por 40% desse segmento. A rejeição ao petista entre os mais jovens, subiu de 18% para 27%. Entre os eleitores da capital, 24% afirmam não votar de jeito nenhum no candidato petista, enquanto 21% afirmam não votar em Geraldo Alckmin.



Fonte : DATAFOLHA

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Comédia nas Eleições > OS Candidatos Bizarros desta eleição

No meio da comédia que é a proibição do uso do humor dirigido aos candidatos políticos nesta época eleitoral, o Brasil virou uma piada pronta por si só. Na mídia televisiva e impressa é proibido o uso da comédia sob pena de multa de 200 mil reais (hmm, bem salgada).







Na televisão leves, livres e soltos uma verdadeira horda de subcelebridades, antigos famosos e até comediantes esquecidos tentam seu lugarzinho ao sol atrás de um serviço no governo.






Candidatos como o Tiririca que afirma sem vergonha nenhuma ter uma plataforma de idéias e reformas ou candidatos como a mulher Pêra, Raul Gil Jr, Marcelinho Carioca, Ronaldo Esper, Kiko do KLB, Maguila entre outros menos conhecidos mas não menos cômicos, fazem a piada que sempre é o período eleitoral.






Digamos que esteja tudo mais verdadeiro. Como diz o slogan da campanha de Tiririca “Pior que está, não pode ficar”. Pense bem, antes de dar seu voto. Se é que há alguma escolha, mas tem de ter…






Por Teresa Almeida
Fonte : Eleição2010.net

Tiririca nas Eleiçoes > Mercadante critica candidatura do humorista Tiririca

Como ocorre em todas as propagandas eleitorais gratuitas na televisão, há candidatos que ilustram, mesmo em poucos segundos, propostas mais sérias, baseadas nas principais deficiências dos municípios, estados ou país, ou então as mais descontraídas, levando certo clima humorístico à política.







O nome que mais tem aparecido, nesse último sentido, é o do cantor Tiririca, pois em todas as oportunidades emitiu, por exemplo, os dizeres “Tiririca, pior que tá não fica”, “Você sabe o quê faz um deputado federal? Na realidade eu não sei, mas vote em que eu te conto”. Pois bem, seu jeito despojado de se expressar, até condizente com a proposta profissional anterior à política, incomodou o candidato ao Governo de São Paulo Aloizio Mercadante, do PT, pois a legenda pela qual atua é coligada com o partido do humorista, o PR.






Para o petista, Tiririca deve mudar seu enfoque ou, então, o Partido da República precisa retirar seu nome da propaganda na televisão. Mercadante avalia a representatividade do candidato do PR como uma anticandidatura, quando na verdade um discurso deveria ser dirigido séria e republicanamente, com objetivos e principalmente responsável.






Ao que tudo indica, de acordo com o Estadão, Mercadante afirmou que o PR acatará sua solicitação, não a de retirar o nome de Tiririca, mas de modificar seu foco.






Por Luiz Felipe T. Erdei
Fonte : Eleição 2010.NET

A Caminho da Presidencia > A NOva Serie de Postagens sobre os candidatos

Mal comecamos nosso projetos e ja temos uma serie de postagens.
A Proxima serie será sobre os candidatos a presidencia da repulblica!
NA PROXIMA POSTAGEM

O Presidente

Numa república presidencialista, o Presidente é a autoridade máxima do Poder executivo e da República, cabendo a ele as tarefas de Chefe de estado e o Chefe de governo. Nas repúblicas parlamentaristas cabe a ele apenas a Chefia de Estado. Normalmente o presidente também é o Comandante em Chefe das Forças Armadas.




O termo deriva do latim præ sidere, "sentar à frente" — porque o ato de presidir assembleias era (como ainda o é) feito sentando-se a uma mesa diretora situada à frente dos demais integrantes.No Brasil, para que um cidadão possa concorrer ao cargo de Presidente deve ser brasileiro nato, ter no mínimo 35 anos, ter o pleno exercício dos direitos políticos, ser eleitor, ter domicilio eleitoral no Brasil e estar filiado a algum partido político. Também não pode ter substituído o atual Presidente nos seis meses anteriores ao pleito.



Caso o presidente esteja ausente, quem assume o poder é o Vice-Presidente, seguido do Presidente da Câmara dos Deputados, Presidente do Senado e Presidente do Supremo Tribunal Federal.

Governo SP > Paulo Skaf faz Chats ao vivo pela Internet

Nesta sexta estava vendo o chat ao vivo de Paulo Skaf (candidato do PSB ao governo de SP) ele neste chat reponde reponde que mandem a ele.
Perguntei a ele o que ele vai fazer em tres temas que não ganha muita atenção dos candidatos ao governo.
-Ciencia e Tecnologia
-Espotes
-Emprego

Os projetos dele são bons !
Apenas 1 candidado a presidencia aderiu os chats on-line.
É O José Maria Eymael do PSDC.

Olá

Olá , esta se iniciando aqui um blog eleitoral!
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